sexta-feira, 27 de maio de 2011

CHUPAR BUCETA É UMA ARTE !

Chupar Buceta é uma Arte!


O gozo da mulher é algo indescritível (o do homem também claro), as pernas tremem, temos palpitações e até mesmo desmaios podem acontecer. Receber o gozo, o Mel dos Deuses na boca diretamente da grutinha do amor de uma menina é muito delicioso, o gosto deste Mel é maravilhoso. Mais gostoso que o leite do homem. E claro, não se pode desperdiçar uma gota se quer.
Também é uma arte, e não é qualquer um(a) que manja desta arte, e consegue dar prazer absoluto (o que é possível com isso) à mulher.
Não esqueça, a higiene é fundamenteal.


Como chupar:

Qualquer posição é legal, deitados, 69, sentado… deixa a criatividade mandar na situação;
Para enlouquecer a mulher, brinque com o seu grelinho (clitóris) com a ponta do seu dedo, da sua língua, com os lábios, para depois começar a chupação…;
Passar a língua bem de leve na entradinha para pegar o melzinho inicial é maravilhoso;
Cheire, babe faça tudo…
Abra os grandes lábios com a ponta dos dedos, para abrir caminho;
Enfie a língua lá dentro;
Passe a língua pelo campinho inteiro até chegar ao cofrinho, é muito gostoso, e a mulher delira;
Os dentes, assim como no bola gato, também não são bem vindos na bonequinha!
Morder também é muito relativo – tem que ser de levinho e com cuidado;
Enfiar um dedinho, dois (depende) na xotinha enquanto chupa o grelinho também é muito delicioso, achar o Ponto G com o dedo enquanto chupa é MAGNÍFICO!!;
respeite os limites da mulher;Também pode enfiar um dedinho no cuzinho enquanto chupa a bucetinha.

Como receber:

Relaxe – lógico, você vai sentir o maior prazer da sua vida, assim como o boquete;
Não obrigue o menino a fazer, ele pode não gostar ou então ainda não ter descoberto o quanto é bom chupar uma coninha;
Deixe ELE fazer, não fique dando dicas (onde é bom e como é bom, claro!!), deixe ele levar a língua e a boca dele, os dedos, mãos;
Se ele fizer cara de nojo, ESQUEÇA!!! Mande-o parar, você não vai gostar da finalização (mesmo mandamento para o boquete);
GEMA – Claro!!! O seu gemido vai dizer o quanto está gostando, e deixe ele fazer, se não tiver bom gema menos, se tiver ótimo grite! Solte a franga, liberte a puta que tem dentro de você, sem medo de ser feliz;
Se você não chupa o pau do menino (não sabe o que tá perdendo), você não tem direito algum de ganhar uma linguete! Se o menino for bem querido ele faz, mas também não o obrigue, e valorize isso! É mais raro encontrar casais onde a menina chupa e o menino não, relaxe, é uma questão de costume e de aceitação.

EU ME ABRO INTEIRA PARA VOCÊ

((EU ME ABRO INTEIRA PARA VOCÊ))

TU ME DEITAS EM NOSSA CAMA
ME ASSANHA
ME ARRANHA
EU ME ABRO INTEIRA PARA VOCÊ
E COM TUA LÍNGUA SACANA
TU ME INVADE
DE UMA FORMA TODA PROFANA
INSANA
DEVASSA
SAFADA

((NOVIÇA FADA))

PECADO E PENITENCIA

Pecado e Penitência




Minha Santa Rita
Purificai minha periquita
Meu São Bartolo
Iluminai o meu consolo
Minha Santa Maria
Ajudai nessa putaria
Meu São Jacinto
Não me deixe faltar pinto
Mas se o senhor deixar
Avisa São Bartolo
Que é pra pelo menos, consolo não me faltar!




Imagem gentilmente enviada por um de nossos fiéis mais ilustres,

quinta-feira, 26 de maio de 2011

2 BELAS VERSOES P/ O RAUL





BOB DYLAN POR MARCELO NOVA.



FALA NOVA
Em mais um texto brilhante, Marcelo Nova fala sobre Bob Dylan, lembrando que este completou 70 anos neste dia 24 de maio.
QUEM É BOB DYLAN
"24 de maio e Bob Dylan faz setenta anos. Como é possível?
   Conheci Bob quando ouvi Like a Rolling Stone no rádio da casa da minha tia Dayse em 1965. Ele tinha vinte e quatro anos e eu quatorze. De 1965 até 2011 numa velocidade que nem Michael Schumacher nas suas melhores voltas conseguiria superar, encontro-me fuçando papéis antigos e logo me deparo com um texto que escrevi sobre Dylan em 1997 e penso que continua válido:
   Fazendo o check-out às 4:30 da manhã, caído num sofá de napa num lobby de hotel vagabundo, numa cidade no meio do nada, vejo Natalie, um pequeno anjo magro, aproximadamente 14 anos, rosto talhado e os olhos incisivos, que ao invés de dormir na presumível segurança e conforto do seu lar, mente para os pais a fim de estar na companhia de integrantes de uma banda de rock and roll. Ao ver meu CD Infidelsnas minhas mãos, ela dispara: "Marceleza, quem é Bob Dylan?". Imediatamente alguém grita: "Todos pro ônibus!". E eu tenho tempo apenas para dizer: "É o melhor, o melhor de todos...". Já esparramado na poltrona, ligo o walkman e coloco meus óculos escuros para poder ver melhor o nascer-do-sol. E quando ele surge terrível, cego e indiferente como somente os deuses sabem ser, a pergunta ainda reverbera e se multiplica nos meus ouvidos. Quem é Bob Dylan? O que ele fez? O que estará fazendo agora?
   Penso na enorme dimensão do seu trabalho, assim como na inequívoca qualidade (a quantidade não seria tão significativa, se não fosse impregnada de tanto talento).
   Centenas de livros já foram escritos sobre ele, que também escreveu o seu Tarantula, aos 23 anos. Fez filmes, desenhos e pinturas, alguns exibidos em público, outros ainda não. Mas acima de tudo estão as apresentações ao vivo. Dylan e seu "torrencial fluxo de trabalho" (a expressão é de Roland Penrose, referindo-se a Picasso) têm através dos anos deixado o público impactado e atônito. Lembro-me de duas apresentações realizadas em agosto de 1991 no Palace, em São Paulo, quando ele foi massacrado por críticos que não conseguiam identificar exatamente quais canções ele desfiava, alterando melodias e cuspindo palavras. Agindo assim, Dylan tirou-lhes o ponto de referência e expôs-lhes verdadeiras, porém incomuns, facetas da arte.
   A música, o ritmo e o drama que envolvem uma performance se desenvolvem num momento específico no tempo. É apresentada do ponto de vista do artista, para ser compartilhada no mesmo instante em que é criada. Mas os críticos, acostumados com artistas menores cuja única preocupação é agradar a qualquer preço - mesmo que isso signifique padronizar e banalizar seus próprios trabalhos - não souberam como classificar Bob Dylan. Imersos há muito tempo no oceano da mediocridade, esqueceram que a arte que não destrói o convencional, que não contesta o que a maioria acredita e não nos sugere outras hipóteses de vida, é apenas melodrama ou mero exercício de boas intenções. Sem tentar estabelecer contato com o público que não fosse através da reinterpretação da sua própria obra, Dylan não dirigiu sua palavra nos intervalos das canções, nem esboçou estímulos físicos, tais como gestos ou mesmo palmas para conseguir a tão almejada interação artista-platéia. No final da apresentação, disse apenas: "Merci, merci...". E as luzes se apagaram enquanto ele voltava para o escuro dos bastidores. Quem é esse Man In TheLong Black Coat, garoto que fugiu de casa aos 18 anos Like a Rolling Stone? O primeiro punk, aquele que inseriu não apenas vigor poético, mas densidade emocional e guitarras elétricas na folkmusic dos anos 60.
   O pacifista inquisidor, cujas respostas ainda hoje são sopradas pelo vento. O soldado que desejou a morte dos MastersOfWar. O cristão que bateu na porta do céu e foi perdoado por Jesus num SlowTrainComing. O errante HandyDandy ainda hoje em busca de dignidade sob o sol vermelho.
   O mesmo sol que queimava meu rosto através da janela do ônibus e que me trazia a lembrança da pergunta da pequena Natalie. Quem é Bob Dylan? Como posso lhe dar uma resposta exata, Natalie, se ele nem mesmo se chama Bob Dylan... Nesse momento, uma canção chamada "I and I" vem até meus ouvidos, via walkman: "Eu já fiz sapatos para todos, inclusive para você e no entanto continuo descalço".
http://marcelonova.zip.net/

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Marceleza fala dessa vez sobre



Em continuidade à coluna Fala Nova do festival João Rock, Marceleza fala dessa vez sobre U2. Confira abaixo.







"BONS GAROTOS CRISTÃOS...



Era uma vez, no final dos anos 70, quatro garotos que montaram uma banda chamada U2, com intenções mais ambiciosas que sexo, drogas e rock and roll. Nascidos na Irlanda e oriundos da classe operária, sentiam na pele as consequências da guerra religiosa entre católicos e protestantes, com conhecidos incluídos na lista de mortos e feridos.



Fizeram então um pacto adolescente de que usariam a sua música também para tentar acabar com esse conflito. Bons garotos cristãos, transmitiam valores como lealdade, dignidade, coragem e fidelidade aos seus princípios. Em 1983, o álbum "War" (Guerra), com canções emblemáticas como "SundayBloodySunday" e "NewYear's Day", consolidou o sucesso comercial da banda e o vocalista Bono Vox passou a ser visto nos shows acenando uma enorme bandeira branca entre apelos de paz e amor. E esse sucesso, fincado nas paredes perfuradas à bala das ruas de Dublin carregou o U2 para conquistar o mundo, não com a humildade e despojamento de roqueirinhos de Cristo, mas com as asas disformes do excesso, da fortuna, da luxúria, do pecado.



E se em pouco tempo vieram os discos de platina, os cheques multi-algarítmicos, os carrões e as mansões, todos tinham de conviver com a face carrancuda e rancorosa da culpa, a máxima culpa de cunho religioso que abateu-se sobre o grupo com a fúria e a insensatez de uma amante rejeitada. Sintomas aparentes dessa contradição já apareciam na parte interna da capa do disco de 1987 "Joshua Tree", onde os quatro milionários integrantes da banda posam de mendigos na foto mais parecendo retirantes da seca do sertão paraibano, com camisetas vagabundas e barbas por fazer.



De lá pra cá, são grandes as evidências de que o sentimento de culpa venceu o conflito interno. Enquanto católicos e protestantes ainda continuam se digladiando na Irlanda, a banda perdeu-se musicalmente e viu sua identidade desaparecer.



O lançamento do álbum "Pop" flagrou o grupo num processo já doentio de auto-flagelação. O videoclipe da música "Discothèque" mostra os outrora sinceros e heróicos rapazes irlandeses rebolando, travestidos em integrantes do grupo homossexual VillagePeople. Aqui vai o link para você conferir (a cena começa aos 4:20). "Não conseguimos acabar com o conflito interno da nossa terra, não mais agitamos bandeiras brancas, não somos mais representantes do proletariado irlandês e acabamos vendendo nossa alma ao demônio ianque."



Bom para os bolsos, ruim para quatro cabeças marcadas sob os poderosos signos da cruz, do fogo eterno, de Deus. Comercialmente, no entanto, o U2 continua como um dos mais bem-sucedidos grupos da história da música, fazendo shows hiper produzidos e invariavelmente assistidos por multidões.



Bono logo associou sua imagem e seu espírito filisteu ao poder de políticos de destaque ao redor do mundo. E dá-lhe Bono abraçando Obama, apertando a mão de Bush, sorrindo com Sarkozy, paparicando a ministra alemã Angela Merkel, contando até 10 com Lula em português (é claro), afagando a ex-guerrilheira Dilma ou qualquer chefe de estado que, sedento por popularidade, tope encarar essa mala pesada.



Agora em abril de 2011, durante a mais recente temporada paulistana, numa entrevista ao canal de TV por assinatura Globo News, ele declarou: "Qualquer estudante de arte é capaz de escrever poemas obscuros e deprimentes. Eu não falo sobre essas coisas. Eu canto sobre alegria. Não sobre felicidade, mas sobre alegria."



Ivete Sangalo também, Bono. Ivete Sangalo também... "

fonte: www.joaorock.com.br

quarta-feira, 11 de maio de 2011

ALCEU VALENÇA E O SEU APOIO AO CHICO CÉSAR

Dá-lhe Alceu!!!


Alceu Valença, músico e compositor mostra sua opinião e seu apoio a Chico César, também músico e compositor, além de secretário estadual de cultura na Paraíba, no investimento de elementos fortes da cultura nordestina e brasileira, e na luta contra a mercantilização e dilapidação desse patrimônio.









O Forro Vivo!





Vejo com muito bons olhos – olhos atentos de quem há décadas observa os movimentos da cultura em nosso país – a iniciativa do Secretário de Cultura do Estado da Paraíba, Chico César, de “investir conceitualmente nos festejos juninos”, segundo comunicado oficial divulgado esta semana. Além de brilhante cantor e compositor, Chico tem se mostrado um grande amigo da arte também como um dos maiores gestores da cultura desse país.





A maneira mais fácil de dominar um povo – e a mais sórdida também – é despi-lo de sua cultura natural, daquilo que o identifica enquanto um grupamento social homogêneo, com linguagens e referências próprias. Festas como o São João e o carnaval, que no Brasil adquiriram status extraordinariamente significativo, tem sido vilipendiadas com a adesão de pretensos agentes culturais alienígenas mancomunados com políticas públicas mercantilistas sem o menor compromisso com a identidade de nosso povo, de nossas festas, e por que não, de nossas melhores tradições, no sentido mais progressista da palavra.





Sempre digo que precisamos valorizar os conceitos, para que a arte não se dilua em enganosas jogadas de marketing. No que se refere ao papel de uma secretaria ou qualquer órgão público, entendo que seu objetivo primordial seja o de fomentar, preservar e difundir a cultura de seu estado, muito mais do que simplesmente promover eventos de entretenimento fácil com recursos públicos. É preciso compreender esta diferença quando se fala de gestão de cultura em nosso país.





Defendo democraticamente qualquer manifestação artística, mas entendo que o calendário anual seja largo o suficiente para comportar shows de todos os estilos, nacionais ou internacionais. Por isso apóio a iniciativa de Chico em evitar que interesses mercadológicos enfiem pelo gargalo atrações que nada tem a ver com os elementos que fizeram das festas juninas uma das celebrações brasileiras mais reconhecidas em todo o mundo.





Lembro-me que da última vez que encontrei o mestre Luiz Gonzaga, num leito de hospital, este me pedia aos prantos: “não deixe meu forrozinho morrer”. Graças a exemplos como o de Chico César, o velho Lua pode descansar mais tranquilo. O forró de sua linhagem há de permanecer vivo e fortalecido sempre que houver uma fogueira queimando em homenagem a São João.





Alceu Valença









Alceu publicou esse manifesto em sua página oficial, segue o link: http://www.alceuvalenca.com.br/