segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

ista) OS QUATRO CAVALEIROS DO APOCALIPSE

(Revista) OS QUATRO CAVALEIROS DO APOCALIPSE


























domingo, 6 de outubro de 2013

SENTIMENTO ESTRELAR


Explodo em sentimento e choro energia eletromagnética
Os ais que me consomem traduzo nesta beleza hermética
Gritando em radiação pelo espaço sideral, plasma, luz...
Vai-te, minha angústia, viaja galáxia afora, reluz!

Coração pulsante sístole e diastolicamente sentimental
Explosões solares podem afetar a Terra, alerta o jornal
Ouvi-me, Via Láctea, somos eternos frutos do devir!
Tal qual nós padece também o Sol da dor de existir

No frescor da juventude o Sol brilha em amarelo
Do amarelo de Van Gogh, tal qual um imenso caramelo
Mas o tempo, moço ingrato, irá alterar a força, a coloração
Abaixando as temperaturas e enfraquecendo o coração

Então quando um dia o astro rei a morte for visitar
E quando sua última e preciosa centelha de calor aqui chegar
Lembremo-nos humildemente de um grande e verdadeiro alento:
Tudo o que existe é uma só coisa e até o Sol teve sentimentos! 


(Dayana Sabóia)

fala poeta !!!




AF!NAL:
O QUE PRETENDO EU
AO FAZER ESSA SER!E
DE VERSOS RUDES
F!LOSOFANDO ATOA
SOBRE OS PEQUENOS
M O M E N T O S
OS V!V!DOS...
POR ALGUNS CASA!S
HÁ NAO SER
S!MPLESMENTE
O DESBANAL!SAR
COM O BANAL.
MOSTRANDO Q A UN!AO
EX!GE SIM A SUPERAÇAO
DOS DEFE!TOS, SEJA LA
DO TEN!S ENCHULERADO,
DA BUNDA QUANDO PE!DA,
DO MAL HAL!TO MAT!NAL,
OU DO ARROTO APOS A CE!A
TA LA NO APRENZADO...
DA VALORAÇAO DOS ENTERS
P E Q U E N O S
MOMENTOS/MOV!MENTOS
DE 2 MAOS,
NU PARQUE,
NA MESA,
NA CAMA,
OU
NU
ALTAR
.
.
.

(Série 12 Poemas Heteros - Sexuais)
-c.p.b.p.jr:
(O POETA-MATUTO-MARG!NAL !!!)
-Dayana Sabóia (Art)

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Demorei bastante pra entender alguns versos



Demorei bastante pra entender alguns versos das canções de Lou Reed
Não sei se pela época ou por causa de minha simples infância de garoto interiorano
De New York pro Recife andar no lado selvagem é quase um passo na terra outro no inferno,enquanto eu esperava a próxima edição da Bizz para traduzir seus versos eu ia digerindo Secos e molhados e Arnaldo Batista aos poucos meus Coração e guela
se acostumariam com o gosto rude e desigual
Das canções fora de moda e seminais
A marca que cada canção faz é oque mais 
Impressiona minha cuca nordestina
Eu nunca sintir genialidade nessas canções tolas que as redes tentam entranhar no interior do meu coração de matuto 
Então não adianta justificar me dizendo que hoje em dia só toca oque não presta 
Mude de canal ,quem tá com o controle na mão é você ou eu? Sintonize oque ti agrada
E continuarei a ouvir minhas canções bem mal passadas e setentista
Aliás foi em 70 que nasci e faz tempo que nenhuma canção me prende a atenção quanto Heroin e Walk on the wild side
Por isso mesmo nos dias atuais contínuo
Dando essa volta seca no lado bruto do Rock rool nordestino.
Certas canções tocam mas ou menos forte no coração de quem deseja,letras e músicas são coisas diferentes,mas se encaixam como uma só na imensidão.e sinto isso ouvindo sr Reed na vitrola.


-ED. RIBEIRO-

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

de tantas punhetas já batidas


OH! BABY
TEMPO FAZ
Y VC JÁ NÃO
TEM +
OS CABELOS
ANELADOS DE SARTUNO
O CALOR DO NORDESTE
OS DERRETEU,
O FR!O DO SUL
OS CONFORMOU
NEGROSAO LISOS
Y S!NTO FALTA POREM
COMO EM 1 DEJAVU REPET!DO
EFE!TO DE 1 D!A DE SOL!MP!DO
COMO EM 1 DOM!NGO DE CARNAVAL
DO ANO DE 2002, TALVEZ...
ONDE A MAC!EZ DA TUA
PELE OH! MORENA...
MARSAG!OU NAO SOL O EGO
+ S!M TAMBEM COM AS M!NHAS
CALEJADAS MAOS
.

(Série 12 Poemas Heteros - Sexuais)
-c.p.b.p.jr:
(O POETA-MATUTO-MARG!NAL !!!)

-Dayana Sabóia (Art)

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Beijos bem DADOS



Sutra cama
BEJOS NA BUNDA
DA ALMA....

Habunda GRANDE
HÁBIL
fEBRI...
também aprecia beijos.
BeijoS FugazES
Contato reaIS
Fusão letal.
Língua mortal
Coisa & Tal
cONECTIVIDADE
vULCÃO EM
ATIVidade.
Beijos safados,
bem DADOS nos
Lábios molhados...
Anseiam
Dois DEDOS na boca.
Massagem que fogo
atEia.
Salivantes
para grandes lábios
que apreciam
beijo de língua...
Preliminares.

Maria Delmond~

terça-feira, 20 de agosto de 2013

poema p/ tua orelha!!!


(Série 12 Poemas Heteros - Sexuais)

-c.p.b.p.jr:
(O POETA-MATUTO-MARG!NAL !!!)
-Dayana Sabóia (Art)

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

GOROROBA LITERARIA VII



Nenhuma paisagem no momento me encanta
olhos, luz, alguma lembrança
em alguma tarde sentindo o vento
por algum momento
e só naquele momento
estávamos perto um do outro
e eram, dias de agosto
ao invés de duas de janeiro
o portal dos ventos estavam ao nosso dispor.
COMO VERSOS
SURG!DOS . . .
D!GO V!NDOS
NUS Y VAD!OS
D'MA BOT!JA DE V!NHO DOURADO
ENQUANTO NA RAD!O ROLAVA
1 TE AMO ESPANHOLA
D!ANTE DE ALGUMA
FULERAGEM S/A
+ HA UMA GALEGA
CHE!ROSA Q FAZ
PALMASAUVAS !!!
Nas cervejas da vida
                              Te encontro, NOS encontramos
VUVA a buchada !
                           Que não vinha, mas hoje veio
As coisas da vida São assim
                          Se escondem, mas surgem sempre.
E de forma inusitada, sonho, defiro e respiro
O meu ser, não o estar, se bem que ambos,
muitas vezes, com funfem-se! Ai, ai, aFF (Nam)
E tenho dito o quanto a percepção da análise
linguística, e de corpus tem deferido as relações,
as energias, Reso, meu bem, as botijas, as botellas,
tem percepções distintivas e umas e por que não falar
daquilo que está por traz, sim trai, e não trás, daquilo
que se deseja, que se sente, que quer... QUERER ?!
Subjetividade para o que já se sente...
Dizer, falar, ratificar "Dar a vida por um beijo"
Não, não, não, dá-lhe vida' por vida!

E nas entrelinhas
                       a nossa vida se faz
um imenso espaço vazio
            preenchido por amigos e harmonia
culinária regional
                    uma cerveja, uma bouchadinha
dias em que a ciência não pode explicar.

Mas explica-se nas entrelinhas
dos momentos que são nossos
e de nossos amigos !

-J. MARCELO BARBOSA
-c.p.b.p.jr:
-VLADIA MEDEIROS
-M.G.C.P
X/VIII/MMXIII



segunda-feira, 12 de agosto de 2013

cheio d'vc ... 2

(Série 12 Poemas Heteros - Sexuais)


JA FAZ TEMPO...
+ HJ EU ACORDE!
CHE!O D’VC BABY
.
.
.

TO A + DE 10MNTS
T!RANDO VC D’M!M
.
.
.

PO!S AO ACORDAR
VC ESTAVA LA
ENROSCADA EM!NHA
BARBA RU!VA,
FAZENDO CAFUNE
NA M!NHA NUCA,
BJANDO PE!TO D!RE!TO
Y ATE PROVOCANDO
COCEGAS AO DESCER
SORRASTE!RAMENTE
PELA V!R!LHAM!NHA
MESGOTANDO Y A ME DE!XAR
CHE!O D’VC
!
!
!

-c.p.b.p.jr:
(O POETA-MATUTO-MARG!NAL !!!)
-Dayana Sabóia (Art)

quarta-feira, 24 de julho de 2013

A chegada de Dominguinhos no inferno celestial!





Lua empinando pipa
Patativa brincando um cavalo
Lampião armado com bolas de gude
Domingos recém chegado 
Porque hoje é uma terça feira triste
Mas já já tem forró em chão batido
Com Mestre Salú na rabeca
E Chico Science só observando
Outros em seus tapetes voadores
Rodando seus piões psicodélicos
No luar sertanejo de algum pedaço de céu vermelho
Na busca de alguma inspiração
Para as loucas monografias que escrevem
Os astronautas da poesia (en)canto.

Mac.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Deja vu contrario





O retrato de meus pensamentos não cabe em tela humana. Exibe-se de modo celeste, sabe que a muitos engana. Esse emaranhando de fios que você vê são restos podres de idéias, os cactos azuis são as vontades oprimidas de se dizer um “por quê?” A ponte, onde ninguém passa é minha vontade de não enxergar loucuras. O trilho é o seguimento de coisas perdidas em um limbo sem fim, mas o que impressiona é a árvore de flores vermelhas e folhas amarelas, a necessidade de viver um amor e se perdoar por tristezas não cometidas. Não menos importantes, existem as latas de lixo, um de meus abrigos psíquicos, lugar de onde sai metade do que falo, mas nunca algo que quero dizer. Lá nasceram duas metades de mim, agora, a mais criminal se aflora e diz “acorde!”
Inicio assim a idéia de que meu uivo não passa do retrato dos meus pensamentos. São nessas noites frias que poetas da geração primata são encarcerados por terem sentimentos tão a flor da pele, se escuta o canto recital de poeta, como eu em meio a imundice pós-social, onde os ruins já não contaminam os bons, por serem tão perfeitos, tendo cada um único sentido para gritar surdamente nos ouvidos alheios um belo foda-se. Mas eu só vim avisar a eles que todo momento vivido não pode ser revivido, muito menos desvivido.
Que entre os tíquetes “vale bom-dia” eu achei um “vale abraço”.
Que enquanto as trevas consumiam minha cabeça, metade de minha vida assistia calada, ignorando cada pergunta feita em sua língua, mas eu não poderia uivar sem citar dois profanos, cigarros de pífano, acesos, pela noite. Profanos sinceros até minhas idéias darem certo, acompanhados por uma garrafa de vinho, duas carteiras de cigarros meio cheias e algo que até então eu desconhecia, procurando idéias de primatas, para se entorpecerem diante da morte. Foram homens que escalaram a morte no meio de um cemitério sem fim.
 “Silêncio, eles podem nos ouvir, shi shi shi shi, silêncio, pois eles podem nos ouvir.”
Correndo e pulando fingindo que amanhã não há sol , com suas carteiras expostas procurando um que se arrisque a viver.  Agora lhe lembro de uma coisa, o garoto viciado em visão, tinha idéias tremendas, quais depositava em seu caderno nunca escrito e em segredo, tocava-se profundamente, em busca  da experiência nirvanica. Procurou a mesma idéia na metade de sua vida e mais uma vez foi ignorado, por ser humano e não negar seu passado, a origem obscura do humano misturado aos ratos segue a viver em um ato. Poderia talvez expor a necessidade, de sentir novamente aquele estupro mental obscuro, qual só ele acreditava ter acontecido , mas, pensando só, isso valeu por ter se tornado e achado que essa experiência só o perturba . Poderia parar de sussurra, mas ainda é necessário, pararia agora apenas para transar com metade de minha vida, que por situação extrema, sairia insatisfeita. Foi de onde veio a necessidade de falar, citações filosóficas aborígenes, que eles talvez não existissem, pois foram inventados por todos os lados e se faziam de preocupados para enxergar além do que podiam ver.
Mas a realidade é diferente, solitário, velho, pensativo, fumante, suicida, alcoólatra, destemido, intocável, medíocre, terceirizado, invencível e premeditado. Afinal, eu já vivi isso tudo mesmo. 

terça-feira, 21 de maio de 2013

Lançar-se ao mundo






CUSPIDA
ESCARRADA
NUA
SEM
NADA
POREM
COM TUDO
.

SEM NADA
NUA CUSP!DA
ECARRADA
D!SCARADA
D!SPARADA
!N UMA BELA CHUVA
D O U R A D A
!
!
!

-VIRGÍNIA ALME!DA
-c.p.b.p.jr:
XXI/V/MMXIII

sexta-feira, 17 de maio de 2013


Epistolando


Sou animal treinado para guerra.

As articularidaes que não me acompanham 
não me fazem recuar.
Meus fatos, não são minhas circusntâncias.
Meus motivos subjetivos me fazem
caminhar por sobre o meu mar.
Celebrante leio e releio velhas cartas de corso recebidas e enviadas.
Apenas rio, dessas minhas epístolas, marandubas,
histórias inveróssimeis, das minhas fábulas e mentiras.
Minha inspiração é fertil para criar estratégias não me exigem
grandes esforços, se não gosto... não me importo.
Atificiosamente, gosto de urdir, intentar e inventar.
Não aprecio que me conduzam,
Quero! Vou lá e pego.
Enxoto cães e moscas com palavras de desprezo.
Se sei dissimular, conheço bem os movimentos negros
em torno do meu centro.
Calei me por um momento de tantas sátiras picantes e mordazes.
Canticos magnificat já moveram meu diafragma.
Cessei a música por grito de guerra.
Perdi meus navios naufragantes no mar.
Arruinou se como doença o meu paladar.
Os porcos ruins encontram mais facilmente
as batatas na terra diz o adágio.
Levaram meus tesouros, restou me a teatralidade.
Ajudar a morrer é mais dificil que ajudar viver.
Quero ter de volta ainda meu giro.
Meu tiro, meu digladiar com uma espada de dois gumes
que compuseram meus discursos mais ousados.
Faço endoidecer, mareante percorro e trafego
meus oceanos fictícios só.
Não tenho medos... mas não tenho meu juízo perfeito.
Para vencer tem que haver dois ou mais destinos.
Sei ser o que a imaginação me permite ser.
Minhas vestes debrum de retalho de pano, meu dano.
Não podem me deter vestida em rendas, voal e seda.
Preciso, magoar, pisar e melindrar para obter magistralidade
Isso exige rusticidade, lamento, sou tropa que se separa
do regimento.
Para distinguir, sobressair e partir.
Não tenho medo de ir.
Esvazio da minha mente mágoas,
nódoas na minha confusão misturada
com profusão e mutação.
Desteço, extraio tudo e faço novamete o vento vibrar
com sons melodiosos em um novo tom.
Decido desembarcar noutro porto em que desejo epilogar.

Maria Delmond~


Imagem Pinterest

terça-feira, 7 de maio de 2013

Poemas de Pano !





Eu vasculhei as minhas agendas
Para melhor me expressar
Mas só levantei a contenda
De nada me agradar.

Não se escolhe poesias
Como se trocássemos de roupa
Tratando palavras feito bijuterias
Na correria dessa vida louca.

Sentei-me no chão frio
Ao lado dos meus textos empoeirados
& continuei no meu vazio
De outro tempo, outro significado.

Parece que a artesã afiada
A poetiza de língua afiada
Ou foi só a arte que se renovou
Nessas idas e vindas da minha estrada.

Dei um descanso a poesia
& confecciono bonecas de pano
Mudo de direção todos os dias
Não me detenho nas perdas e nem nos danos.

Tudo o que faço sou eu
Poesia, boneca, mulambo.
Mas nada disso tudo é só meu
Pois sou um plágio daqueles a quem amo !

-DINHA LOVE-